Apesar da ausência de uma menção direta aos combustíveis fósseis, Corrêa do Lago mantém uma postura otimista quanto ao avanço das negociações climáticas para a COP30.
O projeto surge como resposta direta aos esforços recentes do Ministério de Minas e Energia para viabilizar a exploração de petróleo na Margem Equatorial, especialmente na área polêmica da Foz do Amazonas.
O motivo principal são as preocupações com o desempenho da economia global com o tarifaço, agravadas pelos efeitos das políticas comerciais protecionistas e seu impacto no comércio internacional e consumo de energia.