Os governos dos EUA, Reino Unido e Noruega aproveitaram a Cúpula Climática para lançar uma nova coalizão com o objetivo de oferecer financiamento para...
Portaria do Ministério da Justiça (MJ) autoriza o emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio ao Instituto Chico Mendes de Conservação e...
Representantes de mais de 280 entidades brasileiras do agronegócio, da sociedade civil, do setor financeiro e da Academia manifestaram sua insatisfação com o grau...
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) encaminhou na semana passada uma carta ao governo dos EUA pedindo para que representantes indígenas sejam...
Com o relacionamento Brasil-EUA em compasso de espera, governadores brasileiros estão tentando se aproximar do novo governo norte-americano para estabelecer parcerias em prol de...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.