As apostas esportivas online representam um desafio global, com implicações econômicas e sociais significativas. A regulamentação é essencial não apenas para proteger os jovens,...
Endividamento das mulheres é maior do que entre os homens
Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil
O percentual de famílias com inadimplência, aquelas com...
“E que o setor de serviços seja gerador de serviços de qualidade, e que a receita institucional promova a qualificação de empresários e comerciários em nome do interesse público e do fortalecimento da categoria.”
“Denominou esse último perfil de “posição Ponzi”, como lembrança a Charles Ponzi que, ao se endividar, no início do século XX, em Boston, realizando...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.