Segundo pesquisadores, relatos de coletores ribeirinhos foram essenciais para compreender as peculiaridades dos peixes venenosos identificados na região, o que reforça a importância dos saberes tradicionais para a ciência
"É o início de uma década de protagonismo científico e tecnológico, com impacto direto no desenvolvimento regional, na valorização da floresta em pé e...
Nesta entrevista exclusiva ao portal Brasil Amazônia Agora, do qual é um dos fundadores, o professor Jacques Marcovitch — referência nacional e internacional em governança, sustentabilidade e políticas públicas — compartilha reflexões urgentes e estruturadas sobre o papel das universidades e instituições de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, no desenvolvimento de uma bioeconomia sólida, justa e conectada com as necessidades amazônicas.
Ao abordar desde os desafios da transferência de conhecimento até a articulação com o setor produtivo e o enfrentamento do crime ambiental, Marcovitch propõe uma agenda estratégica para transformar a riqueza da biodiversidade em bem-estar local e compromisso planetário.
O Brasil encontra-se diante de uma encruzilhada moral, ambiental e civilizatória. Escolher explorar petróleo na foz do Amazonas em nome de uma suposta “segurança energética” significa negar a ciência, comprometer a integridade de um dos ecossistemas mais sensíveis do planeta e perpetuar um modelo de desenvolvimento que já provou ser insustentável.
Essa técnica substitui substâncias tóxicas e torna a energia solar ainda mais sustentável, pois permite a reciclagem limpa das células, sem prejudicar o meio ambiente.
“O problema não está na produção de conhecimento, mas na sua aplicação. Falta um esforço coordenado para transformar essas pesquisas em soluções práticas”. N.H.
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