O CIEAM - Centro da Indústria do Estado do Amazonas e o Portal BrasilAmazoniaAgora, em nome de seus fundadores, colaboradores e seguidores, manifesta seu profundo pesar pelo falecimento do professor Saul Benchimol, ocorrido neste 13 de fevereiro, enlutando a comunidade judaica da Amazônia. Saul era irmão de Israel e Samuel Benchimol, filhos de Isaac Benchimol, que desembarcou na Amazônia no século XIX, a Nova Terra Prometida. Em homenagem ao Professor Saul Benchimol, sua família e sua contribuição robusta para desenvolvimento social econômico e cultural desta região, republicamos o capítulo dedicados à família no livro Amazônia, Pioneiros e Utopias, lançado na FEA/USP em novembro de 2014.
Em 2022, um ano de incertezas e indefinições vai exigir que estejamos mais unidos, especialmente em torno das instituições, organismos e entidades que estejam fazendo a coisa certa, ou seja, aquilo que a Lei determina. Essa união vai nos ajudar a cumprir nossa responsabilidade social na geração de emprego e compromisso ambiental de proteção florestal.
O status de “em perigo” muito pouco ou nada afetou a extração ilegal do acapu por aqueles que comercializam estacas e que desafiam a legalidade do uso de recursos florestais na Amazônia
Isso tem que mudar. O banco não pertence a seus presidentes e diretores. Os proprietários do banco são nossos irmãos ribeirinhos que, obrigados por recompensas miraculosas, perderam saúde e vida nas matas perigosas da Amazônia para ajuda a quem lhes virou as costas. Seus descendentes, que esperaram mais de 50 anos pela compensação financeira, hoje carecem de transparência e eficiência a seu favor.
A palavra de ordem é sustentabilidade, quase um preceito sagrado, que se confirma desde a melhor remuneração dos ribeirinhos - agora sem os atravessadores - aos cuidados sanitários com a coleta, preparo e produção a bordo da balsa-fábrica, sob as bençãos de Lavoisier. “Nada se perde nada se cria, tudo se transforma”.
Trata-se de uma presença e trajetória que se confundem com as raízes da indústria e do desenvolvimento amazonense, desde épocas anteriores ao atual Programa Zona Franca de Manaus. Uma de suas grandes contribuições foi o círculo da juta e da Malva como alternativas eficientes e de substituição do ciclo da borracha na geração de empregos e renda pelo beirarão amazônico.