Tag: Ciclo da Borracha

Amazônia, energia e memória

A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.

Do ciclo da borracha à economia da floresta em pé: o papel do JCAM na batalha do desenvolvimento

"Há jornais que noticiam o tempo. E há jornais que seguram o tempo pelo colarinho, para que ele não fuja com a memória, nem...

Como a seringueira construiu e derrubou a “Paris dos Trópicos”

Conheça a história da seringueira, que transformou Manaus em uma das cidades mais ricas do mundo, mas também aprofundou desigualdades que ainda persistem. Hoje,...

Da poronga às baterias inteligentes: a luz da Amazônia contra a pobreza energética

"Da chama ancestral que iluminava seringueiros à inovação da UCB Power, a Amazônia escreve uma nova história de combate à pobreza energética" ⸻ A memória da...

Camilo, um cearense na Amazônia

"Ministro Camilo, o senhor não é apenas cearense: é um dos nossos. Um brasileiro comprometido com o país profundo, que pede menos discursos e...

Estudos da Bioeconomia no Amazonas

A bioeconomia pode ser a vocação do Amazonas e da Amazônia, mas sem ciência, sem gente, sem pesquisa, sem capital e sem redes tecnológicas,...

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A educação exige lentes capazes de enxergar cada aluno

"Uma política educacional responsável precisa localizar quem ficou fora...

Bioeconomia na Amazônia avança, mas estudo revela gargalos que travam expansão

Estudo mapeia a bioeconomia na Amazônia em três territórios e revela avanços, desafios e soluções para a floresta em pé.

Filhote de harpia nasce por “cesárea” em zoológico após 54 dias sem romper o ovo

Harpia nasce por "cesárea" no Zoológico de SP após 54 dias de incubação. Espécie é uma das mais ameaçadas pelo desmatamento na Amazônia.

Gado, madeira e ouro: Diagnóstico inédito aponta falhas na rastreabilidade na Amazônia

Estudo inédito expõe falhas na rastreabilidade na Amazônia e mostra como gado, madeira e ouro ilegais chegam ao mercado formal.