"O Brasil tem a chance de transformar seu capital natural em credibilidade política, segurança climática e bem-estar social. Antecipar as metas não é um...
Facilitar a transição para uma economia verde, de baixo carbono e apoiar a tomada de decisões com embasamento e informação estão entre os pilares do Climate Finance Hub
Por uma tentação de que conseguimos compreender, controlar e prever absolutamente tudo, formam-se inúmeros politburos. Diante deles as iniciativas individuais e cooperativas se rendem...
Por Suzana Camargo - Conexão Planeta
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Nike divulgaram os novos uniformes que serão usados pelos jogadores da...
Um levantamento da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), feito em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), apontou para um salto de cerca de...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.