Destaque pode ser dado a duas dessas amazonidades: o Polo Industrial de Manaus e os Rios Voadores. Estes contribuem decisivamente com o crescimento e robustez do agronegócio e abastecimento dos reservatórios do Sudeste, basta determos o desmatamento e queimadas da Hileia. A outra amazonidade é o Polo Industrial de Manaus, a economia que anda de mãos dadas com a ecologia, que gera cerca de 500 mil postos de trabalho, e ajuda a evitar que a floresta seja usada como meio de sobrevivência.
Trata-se de uma presença e trajetória que se confundem com as raízes da indústria e do desenvolvimento amazonense, desde épocas anteriores ao atual Programa Zona Franca de Manaus. Uma de suas grandes contribuições foi o círculo da juta e da Malva como alternativas eficientes e de substituição do ciclo da borracha na geração de empregos e renda pelo beirarão amazônico.
A Virgem Verde mais valorizada por Bolsonaro vai se transformando num ativo econômico cada dia mais expressivo, mesmo sem estar no Louvre. A vantagem do Louvre é que ele tem porta, fechadura e vigilância efetiva, equivalente ao seu valor.
Entretanto, para efetivar o valor da Virgem Verde, muitas fechaduras precisarão ser trocadas e ainda não se percebe esta ação.