Inauguração de nova Fábrica de Motores e reorganização de linhas de produção foram viabilizadas pelo aporte de R$ 500 milhões, com o objetivo de tornar a empresa referência em eficiência produtiva.
“Quando matamos essas áreas, estamos matando o futuro da nação e deixando o país despreparado para os próximos governantes”, alertou Adalberto Val, cientista do INPA
Ficamos com R$5,4 bilhões contingenciados no FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) nos últimos dois anos e com cientistas talentosos no Brasil, ou do Brasil, atuando no exterior, na produção de vacinas. E essa verba, quase toda, é recolhida pelas empresas que se valem da Lei de Informática, maior parte instalada no Polo Industrial de Manaus. Esse descaso com Ciência e Tecnologia na Amazônia é recorrente, desde que Getúlio Vargas criou o INPA há 70 anos.”
Na lógica socrático, fico a pensar se não estaria ficando alienado, candidato genuíno a uma vaga no hospício mais próximo, pois tenho clareza sobre a diferença entre roubar e não roubar. E não é que o conceito mudou! Nesse caso, não se trata de verdade ou mentira e sim da mais estarrecedora confirmação dos fatos. Agora é permitido roubar?
E o que tem a ver com isso a quebra da cadeia global de suprimentos, a tal quebra da globalização? As crises, dizem os pedagogos, são oportunidades de crescimento quando tratamos do desenvolvimento humano e são excelentes janelas de oportunidades para quem está empenhado em criar/aproveitar as novas alternativas de novos negócios que temos buscado para a região.
“Qual a rota de saída? Começará pela decisão de transformar a região por meio da sustentabilidade. Por meio do respeito e do desenvolvimento de sua própria sociedade. Com lideranças locais. Com executores locais. Com a ajuda do mundo – abertos para a globalização que se reinventa nesta época de trabalho remoto. Poderíamos ter um esforço concentrado e internacional pelo desenvolvimento sustentável da região. A COP26 chegará em alguns dias. Temos esta oportunidade.”