Uma possível saída é reformatar o problema: como aproveitar a Amazônia para gerar riqueza hoje e sempre para a região, para o Brasil e para o mundo? Esta deveria ser a pergunta a ser enfrentada pelos brasileiros. O ajuste da pergunta leva a uma mudança de perspectiva. O que estamos errando em nossos debates é sobre as perguntas e não com respeito às respostas.
Conferência da ONU que começa neste domingo em Glasgow, na Escócia, vai debater novas metas e estratégias para frear o aumento da temperatura da Terra. Brasil chega ao encontro desacreditado e com aumento de emissões em 2020, apesar da pandemia
A degradação pela atividade humana e as mudanças climáticas são responsáveis por transformar dez das florestas mais protegidas do mundo em emissoras de carbono, alerta a Unesco.
No Brasil, os amazônidas reclamam que Brasília é que decide tudo pela Amazônia sem escutá-los na maioria das vezes, e que isto é um erro. No comando da OTCA, se espera que este erro não seja cometido, e que os povos da floresta sejam ouvidos e atendidos.
A palavra de ordem é sustentabilidade, quase um preceito sagrado, que se confirma desde a melhor remuneração dos ribeirinhos - agora sem os atravessadores - aos cuidados sanitários com a coleta, preparo e produção a bordo da balsa-fábrica, sob as bençãos de Lavoisier. “Nada se perde nada se cria, tudo se transforma”.
Representantes de Idesam, CBA, Ifam, i-Piatam e Universidade Nilton Lins, do Amazonas, e ITCBio, de Pernambuco, discutem possibilidade para desenvolvimento econômico sustentável