O estudo mostra que a sensibilização dos representantes das empresas e a criação de financiamentos específicos para a implementação de soluções tecnológicas estão entre as principais medidas para preservar e aumentar a competitividade da indústria brasileira.
No momento em que se vive o fantasma e o desespero por criação de novas fontes de recursos para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, torna-se importante e relevante, demonstrar o que já existe, e das nossas dificuldades em gerir recursos com seriedade e responsabilidade.
O programa foi aprovado em julho no Congresso e sancionado mês passado pelo presidente Jair Bolsonaro e tem o objetivo de diminuir os efeitos econômicos negativos causados pela pandemia de covid-19.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.