Com R$ 21 bilhões* em empréstimos e participação acionária nos maiores frigoríficos que operam na Amazônia, o BNDES, o banco de desenvolvimento do Brasil, poderia ter mudado o curso da destruição na floresta.
“É uma contradição do BNDES. Ao mesmo tempo em que é o gestor do Fundo Amazônia, e deveria aplicar recursos para garantir a proteção ambiental, ele mesmo financia a destruição”, analisa Sônia Guajajara, da Coordenação Executiva da APIB.
Repercutindo a prorrogação da Operação Verde Brasil 2 no combate ao desmatamento e às queimadas na Amazônia, o Valor destacou que o mal estar causado pela crise entre Salles e Luiz Eduardo Ramos ainda não está totalmente superado entre os militares.
O Fundo Vale está atuando na Amazônia há 10 anos, sempre investindo em projetos e recursos não retornáveis voltados para as áreas protegidas, focando no fortalecimento da governança local, algo muito importante.O Fundo Vale está atuando na Amazônia há 10 anos, sempre investindo em projetos e recursos não retornáveis voltados para as áreas protegidas, focando no fortalecimento da governança local, algo muito importante.
De acordo com o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi, as medidas emergenciais adotadas pelo governo e pelo Congresso no início da pandemia foram essenciais para dar fôlego às empresas.