O projeto de capacitação voltada aos ribeirinhos garante que os lucros das vendas dos calçados de látex retornem diretamente aos produtores locais, promovendo inclusão socioeconômica e incentivando o uso sustentável dos recursos da floresta.
O objetivo do programa é fomentar soluções sustentáveis da bioeconomia na Amazônia que utilizem de forma criativa e produtiva a biodiversidade, gerem renda local e promovam inclusão produtiva.
Jadiça Iris Alves roduz velas, porta joias, brincos, ímã de geladeiras, dentre outros produtos, a partir de cera de abelha obtida de cooperativa do estado.
Bolsas, tijolos, detergente...as inovações sustentáveis ligadas à reciclagem e à bioeconomia surgem como aliadas fundamentais para transformar o modo como produzimos, consumimos e convivemos com os recursos naturais.
Se a primeira fase do PPBio foi um experimento ousado — e bem-sucedido — de articulação entre setor público, privado e organizações da sociedade civil, a nova etapa representa um passo de maturidade. Não se trata mais de provar que é possível fazer bioeconomia com responsabilidade. Trata-se de acelerar, ampliar e aprofundar.
Além de reduzir a poluição plástica, a fabricação das bioembalagens nas próprias comunidades aumenta a geração de renda local e ajuda a conservar a Amazônia.