Iniciativa do Idesam, a Zôma conecta comunidades, ciência e mercado para gerar negócios sustentáveis e fortalecer a bioeconomia na Amazônia
A Amazônia ganha um novo espaço para fortalecer cadeias produtivas de base florestal. O Idesam lançou a Zôma, iniciativa que atua como geradora de negócios voltados à sociobiodiversidade, conectando comunidades, ciência e mercado. O programa busca oferecer assistência técnica, acesso a capital adequado e aproximação com mercados estratégicos, integrando desde o início os diferentes elos da cadeia produtiva — do território ao consumidor.
Com mais de 20 anos de atuação na região, o Idesam acumula experiência em soluções que unem conservação ambiental e protagonismo comunitário. A Zôma nasce desse histórico, inspirada na lógica do rizoma: estrutura viva que se expande em rede, como a floresta. O objetivo é apoiar uma nova geração de empreendedores da bioeconomia, que inclui desde comunidades tradicionais até cientistas e startups de mercado.
Segundo o instituto, a proposta é criar condições para que ideias se transformem em negócios sustentáveis e estruturados, ampliando a renda local e atraindo novos fluxos de investimento para a Amazônia. “Sabemos que negócios sozinhos não mudam realidades. Por isso, também atuamos para construir arranjos mais fortes entre o território, que oferece sua riqueza e diversidade, e o mercado, que traz demanda e escala, garantindo que a floresta em pé seja fonte de desenvolvimento”, destaca a equipe.

A iniciativa já lançou os primeiros Termos de Referência (TDRs), voltados a consultorias em inteligência de mercado, interação com comunidades e inovação social. Os documentos estão disponíveis em idesam.org/vagas, com prazo de envio até 17 de setembro de 2025.
