Amazonas e São Paulo são os parceiros da hora, curiosamente de uma bioeconomia que ganha outras configurações, e se constituiu com a ascensão e desfecho dos ciclos da borracha e do café
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo