Tag: aves

Corredores florestais para salvar as aves raras do Nordeste

Apesar do resultado, o cenário é frágil. Nas últimas décadas, sete espécies de aves foram extintas da Mata Atlântica. Quatro delas tinham como habitat o Centro de Endemismo de Pernambuco (CEP), ao norte do rio São Francisco.

Sem estudos, RS quer liberar uso privado da Lagoa dos Patos para geração de energia eólica

Impactos sobre aves, ambiente aquático e pesca artesanal não são conhecidos, pois o estado não fez estudos de viabilidade. Entidades pedem que MPF anule concessão

Quase 17 milhões de animais morreram nos incêndios de 2020 no Pantanal, revela estudo

Cientistas chegaram a essa estimativa realizando pesquisas de amostragem à distância, caminhando por trechos do Pantanal pouco depois dos incêndios e contando o número...

Ovo de dinossauro achado na China reforça teoria da relação com aves

Ovo fossilizado, de forma alongada e 17 centímetros, tem cerca de 70 milhões de anos e contém um dos fósseis de embriões de dinossauro mais bem preservados.

Clima modifica o corpo das aves

A redução da massa corporal, em média de 2% por década, mostrou-se maior após secas mais intensas.

Nem os sapos escapam do tráfico online

Crime pode disseminar doenças entre populações selvagens, levar animais à extinção e ocasionar prejuízos ecológicos e à saúde humana. Todas as espécies são venenosas, alertam especialistas

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.