Tag: aves

5 experiências no Sul da Amazônia para relaxar durante as férias

A melhor época do ano para se aventurar pela maior floresta tropical do mundo, aliás, é entre os meses de julho e agosto

Desmatamento na Amazônia ameaça o gavião-real

Os cientistas observaram a frequência com que as presas das harpias eram encontradas nas regiões próximas aos filhotes e estimaram o peso das aves

Onde surgiram os pássaros

Maioria das espécies teria emergido em ambientes extremos dos trópicos, como desertos e montanhas, e depois se fixado em outros biomas

Aves tropicais resilientes ao aquecimento

Em média, as espécies temperadas revelaram limites superiores de tolerância ao calor e à temperaturas extremas. Mas as espécies tropicais também se mostraram bem mais tolerantes ao calor do que o esperado.

Árvores usadas por harpias para fazer ninhos são alvos de madeireiros na Amazônia

O estudo mostra que na floresta amazônica, as mesmas espécies de árvores usadas como locais de nidificação da harpia (Harpia harpyja) são quase todas visadas pela indústria comercial de madeira.

Operação em Minas mira tráfico de aves, répteis e mamíferos silvestres

As ações se deram em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Militar, da Polícia Civil, o Ibama, o IEF-MG e a Semad.

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.