"Em sua obra mais influente, Origens do Totalitarismo (1951), Hanna Arendt examina regimes como o nazismo e o stalinismo que emergiram da combinação de...
A transição energética não é mais uma possibilidade distante—ela é uma necessidade urgente para a sustentabilidade do planeta e a competitividade das empresas. Na UCB Power, estamos comprometidos com a construção de um futuro onde a inovação tecnológica e a eficiência energética andam lado a lado. É nesse contexto que a inteligência artificial (IA) se torna uma peça-chave: à medida que seu uso se expande, cresce também a necessidade de soluções que minimizem seu impacto ambiental.
Como poderemos evoluir se permitirmos que a omissão e as escolhas envelhecidas condenem nosso projeto comum ao caos. A Amazônia é nossa maior riqueza, e só alcançaremos sua verdadeira potencialidade quando aprendermos que crescer juntos, integrados e em cooperação, é mais valioso do que competir sozinhos
Enquanto o cenário global registra preocupantes retrocessos em políticas de sustentabilidade, diversidade e governança responsável, a Comissão ESG do Polo Industrial de Manaus (PIM) emerge como uma liderança transformadora. Este compromisso vai além de declarações: reflete avanços concretos que reafirmam o papel da Zona Franca de Manaus (ZFM) como uma força motriz para a economia sustentável, a proteção florestal e a inclusão social.
Assim, ao elaborar um cenário para a economia brasileira em 2025, com impactos nos anos seguintes, é imprescindível que se examinem as perspectivas de desenvolvimento do agronegócio em todas as nossas regiões. Não se trata de elaborar um exercício de projeção do futuro do agronegócio brasileiro, pois, como diz Peter Drucker “a melhor forma de prever o futuro é criá-lo”, através da concepção e da implementação de estratégias de desenvolvimento.
A desinformação em torno da Zona Franca de Manaus reflete uma crise maior: a incapacidade do Brasil de dialogar sobre suas desigualdades regionais. Narrativas simplistas, muitas vezes reproduzidas sem contexto, atacam o modelo da ZFM como uma “bolha de privilégios”, ignorando os desafios únicos enfrentados pela Amazônia.
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.