Enquanto o cenário global registra preocupantes retrocessos em políticas de sustentabilidade, diversidade e governança responsável, a Comissão ESG do Polo Industrial de Manaus (PIM) emerge como uma liderança transformadora. Este compromisso vai além de declarações: reflete avanços concretos que reafirmam o papel da Zona Franca de Manaus (ZFM) como uma força motriz para a economia sustentável, a proteção florestal e a inclusão social.
Assim, ao elaborar um cenário para a economia brasileira em 2025, com impactos nos anos seguintes, é imprescindível que se examinem as perspectivas de desenvolvimento do agronegócio em todas as nossas regiões. Não se trata de elaborar um exercício de projeção do futuro do agronegócio brasileiro, pois, como diz Peter Drucker “a melhor forma de prever o futuro é criá-lo”, através da concepção e da implementação de estratégias de desenvolvimento.
A desinformação em torno da Zona Franca de Manaus reflete uma crise maior: a incapacidade do Brasil de dialogar sobre suas desigualdades regionais. Narrativas simplistas, muitas vezes reproduzidas sem contexto, atacam o modelo da ZFM como uma “bolha de privilégios”, ignorando os desafios únicos enfrentados pela Amazônia.
Ignorância ou má-fé? A manutenção dos incentivos fiscais para a Refinaria de Manaus não é um privilégio, mas uma necessidade para assegurar a segurança energética e a justiça econômica no Amazonas.
Planejar antes de uma crise é o único caminho para transformar desafios em oportunidades e garantir um futuro próspero para a Amazônia e para o Brasil como um todo
As chamadas grasslands estão ameaçadas em todo o planeta, alerta um grupo internacional de pesquisadores. Solução envolve restauração e busca de alternativas de exploração econômica sustentáveis