"A Zona Franca de Manaus, frequentemente reduzida a um modelo tributário nos discursos desinformados, é, na verdade, a maior plataforma de indução de PD&I...
A Amazônia não pode continuar sendo tratado como exceção ou passivo. Ao contrário: a floresta em pé, a ciência aplicada, a industrialização limpa e o conhecimento dos povos amazônicos devem ser reconhecidos como ativos centrais do novo ciclo de desenvolvimento nacional.
A crise fiscal não é apenas contábil — é uma crise de prioridades políticas e de governança territorial. Em vez de sufocar a União com vinculações, indexações e gastos automáticos, é necessário empoderar as regiões que têm potencial para crescer com sustentabilidade. A Amazônia é uma delas. E talvez a mais importante.
Aprendi que o ESG não é um checklist — é um caminho. E nesse caminho, não caminhamos sozinhos. Andamos com quem compartilha da mesma fé no território, no diálogo e na ação concreta. Por isso, sigo aprendendo. Mas agora com a certeza de que as indústrias da Amazônia têm o que mostrar, o que ensinar e, sobretudo, o que oferecer para o futuro do Brasil.