Tag: Áreas de preservação

Desmatamento está diretamente associado a baixo índice de progresso social na Amazônia

Municípios que mais desmataram no bioma Amazônico registram Índice de Progresso Social (IPS) 21% menor que o índice nacional, mostra estudo conduzido pelo Imazon

Pantanal não tem lavouras, mas veneno da soja chega pelos rios e ameaça bioma

Com apenas 0,01% de sua área utilizada para produzir a commodity, o Pantanal está vulnerável justamente pela condição que o faz único: as águas que o inundam anualmente carregam consigo resíduos dos agrotóxicos da região que mais usa pesticidas no Brasil

“Pseudoperícia”: entenda acusação de delegado do Amazonas contra Ricardo Salles

Alexandre Saraiva falou à Câmara na última segunda-feira (26) sobre a notícia-crime apresentada ao STF contra o ministro

Projeto remunera produtores rurais por preservação ambiental

Programa do Brasil Mata Viva une produtores rurais que conservam áreas florestais e empresas que compram créditos de floresta

Corredor de 1,7 bilhão de árvores está nascendo no Brasil

Foi concluída a primeira fase de um corredor ecológico às margens dos rios Araguaia e Tocantins. Batizado de “Corredor de Biodiversidade do Araguaia”, o...

Desmatamento de florestas mais velhas põe Mata Atlântica em desequilíbrio

Devastada por séculos e reduzida a apenas 12% de sua cobertura original, a Mata Atlântica tem ganhado um respiro em termos territoriais nas últimas...

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.