A crise fiscal não é apenas contábil — é uma crise de prioridades políticas e de governança territorial. Em vez de sufocar a União com vinculações, indexações e gastos automáticos, é necessário empoderar as regiões que têm potencial para crescer com sustentabilidade. A Amazônia é uma delas. E talvez a mais importante.
O projeto de capacitação voltada aos ribeirinhos garante que os lucros das vendas dos calçados de látex retornem diretamente aos produtores locais, promovendo inclusão socioeconômica e incentivando o uso sustentável dos recursos da floresta.
O objetivo do programa é fomentar soluções sustentáveis da bioeconomia na Amazônia que utilizem de forma criativa e produtiva a biodiversidade, gerem renda local e promovam inclusão produtiva.
Aprendi que o ESG não é um checklist — é um caminho. E nesse caminho, não caminhamos sozinhos. Andamos com quem compartilha da mesma fé no território, no diálogo e na ação concreta. Por isso, sigo aprendendo. Mas agora com a certeza de que as indústrias da Amazônia têm o que mostrar, o que ensinar e, sobretudo, o que oferecer para o futuro do Brasil.
Que a energia dos jovens cientistas, a sabedoria dos povos da floresta e a indignação de quem vive os dramas da saúde pública amazônica se convertam em mobilização. O dado pode ser frio, mas sua organização em favor do bem comum é o que torna possível políticas quentes — humanas, eficazes, justas. Porque cuidar da Amazônia é, antes de tudo, cuidar de quem vive nela.
"Aos leitores e parceiros do Brasil Amazônia Agora, oferecemos este documento como bússola e compromisso. A Amazônia fala por meio destas palavras — e convida governos,...