Entre a retórica do compromisso e a prática tímida, o Brasil chega à COP30 cercado de expectativas sobre o protagonismo empresarial. As tragédias de Mariana e Brumadinho ainda ecoam como o contraponto à retórica da sustentabilidade.
A Amazônia precisa ser vivida e desenvolvida, com inteligência e sustentabilidade — e é esse o sentido mais profundo da realização de uma COP em nosso território.