A Amazônia é vítima recorrente de uma caricatura: ou é santuário intocável, ou é “fronteira” de expansão bruta. O café, curiosamente, oferece um terceiro caminho — mais inteligente, mais produtivo e mais civilizado. Porque o café entrou no Brasil pela Amazônia e pode voltar agora como aquilo que o país mais precisa reaprender: crescer recuperando o que foi degradado.
Estados Unidos, China e Rússia ampliam presença em regiões estratégicas enquanto o aquecimento global redefine fronteiras, rotas e o acesso a recursos naturais.
A crise...
“Iniciativa impulsionada pela Suframa, com apoio direto do CIEAM, e retaguarda da FIEAM, para levar a Amazônia do discurso ao método: reconhecer e remunerar, com governança e métricas, os ativos ambientais que sustentam clima, água e produtividade. No horizonte da questão climática, o mapa do caminho é claro — transição energética, regeneração florestal e bioeconomia com escala, com sistemas agroflorestais capazes de gerar renda no interior e reduzir a pressão sobre a floresta”.