Um estudo publicado pela revista Nature nesta semana mostrou que processos de degradação florestal, nos quais a floresta é parcialmente destruída, já afetam uma área maior da Amazônia brasileira do que o desmatamento em si.
Todos esses impactos mencionados atingem, inclusive, unidades de conservação e áreas tradicionalmente ocupadas, ameaçando todo um modo de vida sustentável e em relação harmônica e de respeito com o meio ambiente.
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo