Estamos como povo praticamente condenados a morte, com alimentos e energia nas alturas, planos de saúde impagáveis, sem oxigênio nos hospitais, sem vacina, com um abismo enorme em desigualdade social e alheios aos rumos que o país vai tomar.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.