Tag: acordos comerciais

União Europeia sinaliza reforço às regras antidesmatamento em acordos comerciais

A proposta da União Europeia para restringir a entrada de commodities associadas ao desmatamento ganhou novo impulso nesta semana com a divulgação parcial do parecer...

Obra sobre Ajuricaba premiada em edital da prefeitura é finalista no prêmio Jabuti 2021

A graphic novel “Ajuricaba” do estúdio amazonense Black Eye, criada pelo jornalista, roteirista e ilustrador Ademar Vieira e pelo quadrinista Jucylande Júnior, com a arte-final do...

Brasil apoia proposta uruguaia de reduzir em 20% tarifa do Mercosul

Ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu que cada país do bloco tem necessidades distintas e a adoção de diferentes velocidades de redução tarifária.

Guedes pede flexibilidade do Mercosul para negociar acordos bilaterais

Na avaliação de Guedes, a negociação de acordos comerciais individuais por um dos membros pioneiros não significa a rejeição do bloco, composto por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Indústria pede fortalecimento do Mercosul no 30º aniversário do bloco

No 30º aniversário do Mercosul, a indústria brasileira e dos demais países do grupo reivindicam o fortalecimento do bloco. Para atingir esse objetivo é...

“Queremos uma CPI da Amazônia no Congresso dos EUA”

Em entrevista, coordenador do grupo responsável pelo dossiê entregue a Joe Biden pedindo a suspensão de acordos com o governo de Jair Bolsonaro fala sobre iniciativa.

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A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.