USP participa de parceria que oferece treinamento para startups de todo o País

O professor André Leme Fleury fala do projeto Ocean Novos Negócios, fruto de iniciativa entre a Escola Politécnica, a Unicamp, a Universidade Estadual do Amazonas e a Samsung, que traz um cenário positivo e promissor para startups

Parceria de pré-aceleração entre Samsung e a Universidade Estadual do Amazonas (UEA) e a USP e a Unicamp aproximam startups do mercado. Através do programa Ocean Novos Negócios (Ocean N2), a parceria oferece treinamento para startups de todo o País. O projeto oferece programas para desenvolvimento de equipes com o foco na transformação de protótipos em inovações de sucesso.

“O que acontece, que é muito bacana, é que a USP descobriu, nos últimos dez anos, que a gente tem uma vocação muito especial nesse espaço da criação”, contou ao Jornal da USP no Ar 1ª Edição o professor André Leme Fleury, do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica (Poli) da USP e coordenador do Cosmos do InovaUSP. Segundo o professor, a parceria entre as universidades e a empresa consiste em uma dinâmica que busca facilitar a inovação e projetos que ainda não adentraram o mercado através de mentorias. Ao comentar sobre o alcance do projeto, Fleury diz que: “A gente tem um programa nacional, não só no contexto das startups, mas também no contexto das universidades que estão promovendo esse programa e que, de alguma maneira, estão contribuindo com todo nosso ecossistema”.

O projeto oferece treinamentos para startups desenvolvidas por estudantes para facilitar a forma com que elas lidam com o mercado, clientes e outras microempresas. Através de mentorias individuais, o projeto visa a ensinar sobre modelos de negócios, interfaces de comunicação, as questões tecnológicas e relacionadas ao mercado.  Há também processos de treinamentos coletivos, trazendo pessoas do mercado para palestras relacionadas ao ecossistema de empreendedorismo e programas que incentivam o networking entre as startups, criando um ambiente de cooperação interna entre os projetos desenvolvidos entre as faculdades. 

Para Fleury, é preciso dar continuidade ao projeto e sua expansão, uma vez que os resultados que as parcerias trouxeram são positivos e promissores, permitindo o crescimento do empreendedorismo para outras áreas do conhecimento. O professor ainda comenta os futuros passos do projeto, que busca expandir para a área de saúde, e a iniciativa de empreendedorismo social, que procura inovar e ajudar as comunidades menos favorecidas e mais vulneráveis.

Fonte: Jornal da USP

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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