Senai abre inscrições para o Grand Prix de inovação

Desafios terão de ser resolvidos por estudantes

Estão abertas as inscrições para a edição 2021 do Grand Prix Senai de Inovação, competição gratuita em que estudantes do ensino médio, de cursos técnicos, de qualificação e de aprendizagem, tecnólogos e universitários têm até 72 horas para pensarem soluções para desafios da indústria, propostos por empresas parceiras.ebcebc

Realizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), a competição deste ano será via online, envolvendo projetos relacionados com as tecnologias de informação e comunicação. Nela, times formados por grupos de três a cinco pessoas com idade a partir de 16 anos deverão criar, desenvolver e prototipar sua ideia.

As inscrições poderão ser feitas até 13 de outubro na página do GP.

Segundo os organizadores, o GP é uma oportunidade para que estudantes dos ensinos público e privado vivenciem desafios do setor produtivo, de forma a aproximá-los das grandes indústrias. Entre as parcerias do Senai na edição deste ano estão as empresas Google e Cisco.

Fonte: Agência Brasil

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

Terras raras, soberania rara

Num mundo em disputa por minerais críticos, semicondutores, dados...

Estudo na revista Nature revela que microplásticos no ar foram superestimados

Estudo revela que microplásticos transportados pelo ar vêm majoritariamente da terra e desafiam modelos globais sobre poluição.

Após 10 anos, Brasil atualiza lista de espécies aquáticas ameaçadas de extinção

Nova lista atualiza cenário das espécies aquáticas ameaçadas no Brasil e reforça medidas contra sobrepesca, poluição e perda de habitat.

A Amazônia no limite invisível do carbono – Entrevista com Niro Higuchi

Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.

Compostos de copaíba-vermelha inibem entrada e replicação do coronavírus, diz estudo

Estudo revela que compostos da copaíba-vermelha inibem o coronavírus e reforçam o potencial da biodiversidade brasileira.