Nova bateria da BYD dará autonomia de até 1000km

A segunda geração das baterias Blade da BYD, prevista para agosto, promete elevar a autonomia dos carros elétricos, combinando maior densidade energética com redução de peso e custo.

A BYD acaba de revelar que a segunda geração das suas baterias Blade será lançada em breve, com previsão para agosto deste ano. Esta nova versão promete estender a autonomia dos veículos elétricos da empresa para até 1.000 quilômetros.

Este avanço se deve a um incremento na densidade energética armazenada pela bateria. Atualmente, as baterias possuem uma densidade de 140 Wh/kg, mas espera-se que este número aumente para 190 Wh/kg. Atualmente, a autonomia dos veículos BYD varia de 200 a 500 quilômetros, com o modelo Dolphin alcançando 291 quilômetros, conforme avaliação do Inmetro. A confirmação deste aumento de eficiência significaria a incorporação desta nova tecnologia de bateria nos futuros lançamentos da marca.

Nova bateria da BYD dará autonomia de até 1000km

Inovações em eficiência e sustentabilidade

Além de maior autonomia, a nova tecnologia de bateria promete otimizar o uso do espaço e oferecer uma redução tanto no peso quanto no custo do conjunto de baterias, que são feitas com células de fosfato de ferro-lítio (LFP). Espera-se, portanto, que os novos modelos de veículos da BYD sejam mais eficientes. O anúncio foi feito por Wang Chuanfu, CEO da empresa, em um encontro com jornalistas.

Introduzida no mercado em 2020, a primeira geração das baterias Blade da BYD marcou o setor automobilístico ao oferecer uma densidade energética superior e, graças ao uso de ferro-lítio, uma maior longevidade. Ao contrário das baterias tradicionais que utilizam níquel, cobalto e manganês, a Blade se destaca por uma construção otimizada, com células dispostas em longas lâminas posicionadas transversalmente, o que justifica o nome “blade” – “lâmina” em inglês.

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Enquanto as baterias convencionais são montadas em módulos, a disposição inovadora das baterias Blade da BYD também contribuiu para diminuir o risco de incêndios, proporcionando uma dissipação de calor mais eficiente e um melhor resfriamento.

Com informações da WebMotors

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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