Estêvão Monteiro de Paula e Alfredo Lopes
As seguintes anotações seguiram uma orientação conceitual e vivencial de uma de nossas mais atentas cientistas do desenvolvimento...
“É preciso muito despojamento em favor da coletividade. Mais do que nunca, dada a expansão e sequelas do problema que representa o novo coronavírus, a covid-19, o momento é de comunhão, de somatório de energias, recursos financeiros e tecnológicos, habilidades e muita solidariedade. O contrário será fatal para nossa gente.”
“... a história política, da maioria dos países, é construída em torno de duas visões: uma reformista e outra conservadora. Entre elas há um período de transição que, de alguma forma, sedimenta alguns compromissos e, em alguns casos, uma espécie de pacto de governança”.
“Se conseguirmos passar por essa crise unidos e principalmente, se tivermos a humildade de tirar lições profundas do que a gerou e do aprendizado que levou, podemos, no Amazonas, ter um grande impulso de desenvolvimento de soluções e lideranças para nossa indústria e desenvolvimento.”
“Somos especialistas em ensaiar o protagonismo, mas o espetáculo decisivo nunca tem data de estreia. Não tinha. Agora, neste exato momento, não há protelação”.