O projeto surge como resposta direta aos esforços recentes do Ministério de Minas e Energia para viabilizar a exploração de petróleo na Margem Equatorial, especialmente na área polêmica da Foz do Amazonas.
O fator decisivo para o sucesso dessa transição energética foi a queda expressiva no custo da energia eólica, impulsionada por avanços tecnológicos e pelo aumento da produção em escala no país.
Segundo o presidente da COP30, pensar em formas não tradicionais de financiamento climático é essencial para impactar o combate às mudanças climáticas.
O futuro da transição energética na Amazônia é um futuro de parcerias, de escuta ativa das comunidades e de uso estratégico da tecnologia. A floresta em pé pode – e deve – ser também uma fonte de energia limpa e de prosperidade para o Brasil. O ESG não pode ser apenas um discurso: ele precisa iluminar caminhos, literalmente.