Estudo aponta que a falta de conexões mais fortes entre setores impede a otimização de investimentos e o alcance de resultados mais eficazes na bioeconomia amazônica.
O CIEAM, como representante do Polo Industrial de Manaus (PIM), acompanha de perto essa transformação e defende que a bioeconomia e a inovação tecnológica sejam parte da estratégia de desenvolvimento do Brasil. Nossa Zona Franca de Manaus (ZFM), muitas vezes questionada por aqueles que desconhecem sua importância estratégica para a conservação da Amazônia, já é um case de ESG em sua essência, pois concilia produção industrial com a preservação da floresta em pé.
Após pressão por explorar novas áreas de petróleo, ministro Alexandre Silveira também declara que o país deveria avançar na exploração do gás de xisto, atualmente importado da Argentina.
A integração de insumos florestais, o adensamento das cadeias produtivas e as parcerias estratégicas com instituições de pesquisa são pilares fundamentais para transformar a base industrial local e consolidar um modelo de desenvolvimento que respeite a vocação natural da Amazônia e mantenha a floresta em pé
O uso do caroço de açaí e força dos rios como matriz energética traz benefícios tanto para o meio ambiente, quanto para quem usa, proporcionando praticidade e eficiência.
Hoje, a Amazônia tem em mãos uma oportunidade única: consolidar-se como referência global em bioeconomia. Se há um caminho para o desenvolvimento sustentável do Brasil, ele passa necessariamente pela floresta. E, desta vez, não para derrubá-la, mas para fazê-la crescer em exuberância, serviços e benefícios