A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
Para desenvolver catalisadores para processar biomassa em produtos de interesse da sociedade, pesquisadores em todo o mundo estão trabalhando em zeólitas que também contêm átomos de estanho, titânio ou zircônio
Atualmente, organizações notáveis como Unicef, Unesco, ONU, ICE (Inovação em Cidadania Empresarial) e BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), entre outras, construíram suas Teorias de Mudança nos últimos anos.
O conteúdo visa evitar a transmissão do vírus entre funcionários, visitantes, comunidades tradicionais, pesquisadores e usuários de unidades de conservação e reduzir os riscos de contaminação de mamíferos selvagens.
“Dou o exemplo de quatro cadeias produtivas que trabalhamos hoje: do pirarucu, do cacau, do açaí e da castanha do Brasil, ou do Pará. Essas cadeias estão relativamente organizadas e têm uma produção significativa de recursos. Elas podem representar o começo efetivo de plataformas de negócios e oportunidades com possibilidades excelentes de geração de emprego.“
Camilla Villard Duran (da Faculdade de Direito da USP) e Caio Borges e Gustavo Pinheiro (do Instituto Clima e Sociedade) ressaltaram que a efetividade das propostas depende de alterações regulatórias substanciais, bem como da ambição do próprio BC e da vigilância da sociedade civil.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas