A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
A companhia, que tem 30% desse mercado no Brasil, agora prepara o lançamento de baterias elétricas que podem ser associadas com sistemas de geração fotovoltaica
Para Wilson Périco, novas matrizes econômicas poderiam tornar a Zona Franca mais independente em relação às decisões de Brasília, com maior poder de autonomia para ditar os rumos do desenvolvimento regional. “´É hora de buscar novas opções para fortalecer a indústria”, afirmou.
De acordo com Seb Henbest, economista-chefe da BNEF, chegará um ponto em que essa expansão será saturada porque a tecnologia não reduz mais os custos de geração em comparação com o funcionamento das usinas térmicas existentes.
De acordo com o documento, essas mudanças poderiam tirar quase 500 milhões de pessoas da fome, dobrar a renda de 545 milhões de pequenos agricultores de países mais pobres e cortar as emissões do setor.
“A perda da biodiversidade é um problema provavelmente até mais sério e urgente que as mudanças climáticas, pois uma espécie extinta nunca voltará”, afirma Antonelli.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas