A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
Estudo aponta que a falta de conexões mais fortes entre setores impede a otimização de investimentos e o alcance de resultados mais eficazes na bioeconomia amazônica.
A integração de insumos florestais, o adensamento das cadeias produtivas e as parcerias estratégicas com instituições de pesquisa são pilares fundamentais para transformar a base industrial local e consolidar um modelo de desenvolvimento que respeite a vocação natural da Amazônia e mantenha a floresta em pé
A proposta de uma Zona Franca da Bioeconomia no Pará é uma ideia com a qual podemos demonstrar como os incentivos fiscais e políticas industriais podem ser direcionados para valorizar os ativos biológicos da floresta em pé, agregando valor e promovendo prosperidade para toda a região.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas