A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.
Liquidar com este mecanismo de acertos, o Programa Zona Franca de Manaus, é um tiro de canhão na ilharga dos próprios pés. Entretanto, haverá, certamente, uma bonificação, ou o reconhecimento de herói nacional no vizinho estado do Paraguai.
O presidente da Eletros disse que os comentários do presidente da Câmara e do ministro da Economia são extremamente preocupantes e trazem insegurança jurídica ao modelo industrial amazonense.
Deixar de enfrentar a crise social brasileira com determinação política, numa atitude de complacência neomalthusiana, é abrir espaço para o avanço da fome entre os pobres e os miseráveis.
O Orçamento de Guerra e o decreto de calamidade pública foram os responsáveis por permitir que o governo pudesse adotar várias ações emergenciais e aumentar os gastos públicos até dezembro de 2020, mês em que o decreto chega ao fim.
Os ativistas ambientais há anos exigem que os bancos comerciais listados na Europa, nos Estados Unidos e na Ásia parem de financiar novas usinas elétricas a carvão, exploração de petróleo ou infraestrutura de gás natural.
“A mudança climática é uma ameaça profunda ao crescimento e à prosperidade. E as políticas macroeconômicas são centrais para a luta contra a mudança climática”, disse Georgieva.
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.