A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.
Todo regime democrático é vulnerável a ciclos populistas. Quando as democracias não cumprem suas promessas ficam vulneráveis a líderes populistas que se apresentam como representantes autênticos e exclusivos do povo.
A sociologia política deste impasse social é clara: eleições sempre muito apertadas; impossibilidade de largos consensos; maior probabilidade de governos divididos, sem maioria em uma ou em ambas Casas do Congresso.
No momento, o democrata está à frente de Trump na apuração dos votos e está próximo de atingir os 270 delegados necessários para garantir a vitória nas urnas.
O Brasil seguirá normalmente as relações com os Estados Unidos sob uma eventual presidência do democrata Joe Biden, disse ontem (6) o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Os números dos últimos 25 anos, combinando a alternância dos governos democratas ou republicanos dos EUA com os governos brasileiros, indicam que a relação entre o partido que governa os norte-americanos e o comportamento do PIB do Brasil, é próxima de zero.
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.