Aquele velho papo de que a empresa cumpre sua função social criando empregos já não vale mais nada. As empresas precisam ter fornecedores éticos, ser ambientalmente correta e adotar uma política de distribuição de lucros com seus funcionários. É o padrão mínimo. Se for uma grande corporação, terá que cuidar do planeta, também, sob o risco de sofrer boicote dos consumidores mais preocupados com o ambiente. O mundo deu essa virada e não há nenhuma indicação de que vá mudar de ideia.
"[...] com a brusca redução na produtividade dos recursos naturais (desmatamentos, assoreamento dos rios, perda da biodiversidade, etc.), muitas áreas no Vale do Jequitinhonha, no Vale do Mucuri, em Microrregiões do Rio Doce, tornaram-se áreas economicamente deprimidas. Atualmente, o mercado regional não é totalmente inexpressivo graças às intensas transferências de renda do Governo Federal para as famílias e as transferências fiscais para as Prefeituras locais, as quais ampliam o poder de compra local."
A articulação recente de bancos centrais mundo afora para analisar riscos climáticos relacionados a investimentos públicos e privados sinalizou que essas instituições, antes distantes da agenda...
Vemos como bons augúrios da atual gestão da Suframa, a ampliação dos recursos para os programas prioritários de Tecnologia da Informação e Comunicação, bem como o PPBIO. Isso significa uma semeadura com promessas dos melhores frutos, representados pela obstinação cada vez maior de buscar aplicação dos recursos aqui gerados na melhoria das nossas instalações de qualificação de recursos humanos e de interiorização do desenvolvimento.
Especialistas alertam que países do G7 podem ver suas economias encolherem duas vezes mais do que agora se a temperatura global subir 2,6 ºC, nos próximos 30 anos.