Mais do que uma agenda para a Amazônia, essa é uma estratégia para o Brasil. E, por sua dimensão continental, uma contribuição concreta - muito além da polarização politica estéril - para o equilíbrio político, econômico e institucional da América Latina.
Abraçar a Zona Franca de Manaus, e aplicar parte substantiva de seus recursos na região, significa conferir dignidade às populações locais, geração de recursos para proteger a floresta, implantar polos robustos de biotecnologia, de tecnologia da informação e da comunicação, conferindo aos jovens desta geração oportunidades do protagonismo para desenvolver atividades econômicas sustentáveis para realização profissional e pessoal de cada um e para ajudar o Brasil a deixar o atraso.
O que, portanto, nossa generosidade pecuniária pode fazer pelo Amazonas? Tenhamos certeza, seja lá o que for, vai beneficiar também o resto do país, como temos feito historicamente. Desde o Ciclo da Borracha, quando o Brasil recebia da floresta o equivalente ao 45% de seu PIB e já rezava o Pai Nosso do jeito como sempre faz, só até a primeira estrofe. “Venha a nós o vosso Reino”, diria ao Curupira! Até quando?
A ZFM, desde a sua criação, prorrogações, marco constitucional e diversos altos e baixos, após cada reforma, parece não enfrentar os maiores dissabores em...
Mais do que uma agenda para a Amazônia, essa é uma estratégia para o Brasil. E, por sua dimensão continental, uma contribuição concreta - muito além da polarização politica estéril - para o equilíbrio político, econômico e institucional da América Latina.