Mais do que uma agenda para a Amazônia, essa é uma estratégia para o Brasil. E, por sua dimensão continental, uma contribuição concreta - muito além da polarização politica estéril - para o equilíbrio político, econômico e institucional da América Latina.
Por Carlos Rydlewski - Metrópoles
O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes da Silva, comparou, na manhã desta segunda-feira (20/3),...
Programação visa contribuir com as políticas públicas voltadas à bioeconomia da região
Por A Crítica
A bioeconomia e os agentes ativos desta nova modalidade comercial vão...
“Os escoceses e as demais nações presentes na Conferência das Partes em Glasgow, 2021, conheceram, através de Sérgio Vergueiro e Muni Lourenço, associado e presidente da FAEA, respectivamente, o que significa empreender na Amazônia. Em outras palavras, é preciso estudar, amar, se comprometer, trabalhar em mutirão, e manejar com sabedoria, tecnologia e responsabilidade os recursos naturais em favor do tecido social, dentro do conceito universal de sustentabilidade, visando a construção justa e equitativa da prosperidade geral”.
Uma grande solução seria refletir a partir das hidrovias, com diferentes terminais hidroviários para cada calha de rio. Também é oportuno uma estrutura de...
Este quadro só mudará quando o Amazonas tiver uma população com renda que consuma o que possa gerar tributos que sustentem o seu orçamento. Se a ênfase das “vocações” for para exportação, do ponto de vista da arrecadação do estado, há um complicador, porque não há incidência de tributos sobre as vendas ao exterior, nem atualmente e nem na reforma tributária prevista, não tendo o que distribuir.
Mais do que uma agenda para a Amazônia, essa é uma estratégia para o Brasil. E, por sua dimensão continental, uma contribuição concreta - muito além da polarização politica estéril - para o equilíbrio político, econômico e institucional da América Latina.