Algo muito contraditório, tendo em vista que, segundo pesquisa do IBGE em 2021, Manaus foi a 5º capital mais rica do Brasil, porém, a realidade é a marginalização de grande parte da população, a 2ª cidade em quantidade de favelas.
O II Fórum ESG da Amazônia nos infundiu uma energia renovada, pautada pela responsabilidade e pelo compromisso coletivo. O evento consolidou uma nova etapa de cooperação entre instituições públicas, setor produtivo, academia e sociedade civil, todos convergindo na certeza de que a Zona Franca de Manaus (ZFM) deve se preparar para atender às demandas de um mundo em transformação — não apenas no âmbito energético, mas também ético, climático e econômico.
A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) vem se consolidando como referência nacional em governança pública e como articuladora de um novo modelo de desenvolvimento para a Amazônia Ocidental. Em entrevista ao portal Brasil Amazônia Agora, o superintendente Bosco Saraiva detalha os avanços em áreas estratégicas como ESG, bioeconomia, infraestrutura, interiorização da economia e modernização industrial.
As iniciativas conjuntas entre a Suframa e o CIEAM se apresentam como um esforço coordenado para consolidar um modelo econômico que respeite as características únicas da Amazônia. A convergência entre governança, inovação, bioeconomia e sustentabilidade representa um novo capítulo na história da Zona Franca de Manaus, apontando para um futuro onde crescimento econômico e preservação ambiental caminham lado a lado.
Mulheres que atuam na indústria e na gestão de pessoas equilibram as estruturas corporativas, mas também agregam um olhar amplo sobre inclusão, equidade e inovação.
A Amazônia não pode ser refém do imediatismo e da desinformação. Nossa luta não é contra a tecnologia ou a IA – mas contra seu uso como pretexto para desviar o foco da crise climática. Sustentabilidade não saiu de moda. Ela apenas se tornou incômoda para quem teme perder o controle. E é exatamente por isso que precisamos continuar.