A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há dois tipos de sustentabilidade. A primeira vive de adjetivos. A segunda vive de engenharia. A primeira mora no palco. A segunda mora no cano, no chão, na estação de tratamento, no relatório que aguenta luz forte.