Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.
“Vimos uma elite reduzida e insaciável desfrutar, de modo obscuro e impune, o esplendor dessa herança que a História nos propiciou. Os IDHs lastimáveis de nossa terra dizem tudo”.
A Amazônia Legal representa, 60% do território brasileiro, mas responde por menos de 8% do nosso PIB. Isto significa que não somos “eficientes” no uso de nosso território do ponto de vista econômico.
Ainda estamos vivendo o rescaldo da pandemia, mas já temos o mapa de quem se comprometeu ou não com nossa economia, a economia que ajuda a conservar mais de 95% de nossa cobertura florestal, fonte de saúde planetária, energia hidrelétrica e recursos hídricos para os reservatórios paulistanos.
Quando começamos a observar publicações, análises, interações com o resto do Brasil, sempre há uma impressão de que a região é tratada como exótica, distante, selvagem e com lideranças que não merecem respeito. Ou seja, há dos “dois lados” um comportamento compatível com o histórico.
“Independentemente do que venha pela frente, no Polo Industrial de Manaus ninguém ficou de braços cruzados à espera do pior. Agimos. Seguimos agindo e nos unimos. Fizemos a diferença.”
“Gilberto permanece entre nós, reproduzindo a profecia de Getúlio Vargas: “O Amazonas deixará de ser, afinal, um simples capítulo da história da terra e…...
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.