“O protagonismo nativo, portanto, já poderá desenhar projetos e programas e exigir as verbas a que tem direito para soltar a imaginação e os propósitos de diversificação industrial, não a desindustrialização irracional que pretende reduzir o Brasil a mero exportador de commodities”.
Durante o evento, o superintendente da Suframa, Algacir Polsin, destacou ações que a Autarquia vem desempenhando no sentido de ampliar o desenvolvimento regional, descentralizando as ações de Manaus, que concentra o Polo Industrial. “Consideramos que o modelo Zona Franca de Manaus que engloba os quatro estados da Amazônia Ocidental mais Macapá e Santana, no Amapá, tem que espraiar riqueza e desenvolvimento e estamos envidando esforços nesse sentido” afirmou.
"Por que não entregamos os laboratórios do CBA – pagos com os recursos das empresas para as taxas da Suframa – para quem tem CNPJ e expertise na área como a Embrapa - uma empresa de classe mundial da qual nos orgulhamos - para fazer Bioeconomia e outros avanços biotecnológicos?"
Esta é uma estória sem agá nem pudor, com capítulos sombrios e numerosos, que suprimem ou adiam empregos, oportunidades, a diversificação da produção, maior distribuição da riqueza que, ironicamente, quando gerada, é abocanhada pelo poder público, o mesmo que engasga seu desabrochar.
A riqueza aqui gerada precisa ser usada na região para remover os índices escabrosos de desenvolvimento humano de nossa gente. Isso é absolutamente urgente e fundamental, como é, também, inadiável, a reedição das medidas emergenciais da economia.
Segundo Saleh, o objetivo é trazer a OAB Amazonas para o debate, visando a construção de um caminho que nos ampare com a segurança jurídica dos constantes ataques a ZFM. “O Brasil não conhece nossa realidade, muito menos este modelo de acertos sociais, econômicos e de sustentabilidade ambiental.”