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A ciência revela por que as borboletas da Amazônia são tão coloridas

Descubra como luz, física e evolução explicam as cores das borboletas da Amazônia e seu papel na sobrevivência e no equilíbrio ecológico.

Educação infantil no Brasil: quase universal, profundamente desigual

"Educação infantil no Brasil expõe o limite de um...

Manaus e a encruzilhada da inovação: o significado da Anprotec 2026

"Manaus se encontra diante de uma encruzilhada da inovação....

30 borboletas da Amazônia que impressionam pela beleza e adaptação

Borboletas da Amazônia: veja 30 espécies e descubra como suas cores e comportamentos revelam a beleza e a diversidade do bioma.

Quando a Amazônia encontra a Inteligência Artificial

"Como conselheira-presidente, quero deixar registrado que esse é um momento simbólico. Um gesto de fé no futuro. Uma aposta na capacidade da administração pública...

A bomba tarifária, a memória do oxigênio e os aplausos macabros

A Amazônia está habituada a sobreviver. Sobrevive ao abandono cíclico da política nacional, às falsas promessas de integração, às ondas de desinformação e às tentativas sucessivas de deslegitimar seu modelo econômico-industrial baseado na floresta em pé. Mas agora o que se anuncia é mais grave: um míssil tarifário disparado do coração da geopolítica global contra o Brasil, e com impacto direto e destrutivo sobre a Zona Franca de Manaus.

De costas e de cócoras: o novo passivo da Natura e a retórica da regeneração

A Natura decidiu abandonar o conceito de sustentabilidade como norte estratégico e adotar o da regeneração. Em sua recém-lançada Visão 2050, assume o compromisso de ir além da mitigação de impactos, prometendo resultados positivos para os ecossistemas dos quais extrai insumos e para as comunidades que supostamente integra às suas cadeias produtivas. Contudo, por trás da retórica inovadora, o que se desenha é um rebranding de marketing verde que exige cautela — sobretudo quando olhado a partir da Amazônia.

Do Açaí à Borracha, da Blockchain ao Mundo: Surge a Economia da Floresta em Pé

Estamos, assistindo ao surgimento de uma economia que pensa como a floresta: integrada, complexa, resiliente. Do açaí à borracha, da fibra à plataforma digital, da pesquisa científica ao investidor global, a floresta em pé se converte em sistema produtivo e modelo de futuro. Um ecossistema de atores que mostra a Amazônia não apenas pelo que se conserva, mas pelo que se constrói a partir do respeito à sua lógica viva.

Amazônia sob ataque: a retórica fiscal e a cegueira estratégica de quem finge não ver o Brasil que trabalha

Enquanto a Amazônia real respira à base de suor, inovação e resistência, a elite fiscal do asfalto — empoleirada em gabinetes climatizados e colunas de opinião no eixo Sul-Sudeste — lança seus veredictos sobre a Zona Franca de Manaus sem jamais pisar no chão da floresta ou no asfalto quente do Distrito Industrial.

O Brasil que a Amazônia quer (e pode) ser

Acelerar as cadeias sustentáveis da indústria, incluindo a eletroeletrônica verde, a biotecnologia, a reciclagem de resíduos perigosos e a produção de alimentos naturais.

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