A Amazônia é a metade do território nacional a qual temos dado as costas e debatido muito pouco. Seria muito interessante darmos vozes a esse debate. O documento contextualiza o tema, mostra a importância da Amazônia entrar no centro do debate nacional seja pelas discussões de mudança climática, seja pelas discussões do mundo, da nova economia e do mundo pós-pandemia, seja pelos potenciais da bioeconomia e biotecnologia ou na necessidade de segurança jurídica.
"A Amazônia está de portas abertas para quem se dispuser a somar e adicionar efetivas contribuições para decifrar nosso precioso enigma, transformando nossas potencialidades...
Não será com improvisos e propostas atabalhoadas que o Brasil se soltará das armadilhas do crescimento fraco e da desigualdade social. Precisamos convergir sobre os desafios prioritários para conduzirmos a agenda de reformas econômicas alinhadas a superá-los. Cada medida, cada proposta e cada ato de governoprecisa ser avaliado à luz destes desafios. Parece até que Blanchard e Tirole ouviram pedidos de um futuro presidente da República do Brasil sensato e acertaram, com lucidez e precisão, no que o País tem a enfrentar pela frente.
"A diversidade e a singularidade gastronômica dos peixes da Amazônia podem atender a demanda global da mais deliciosa segurança alimentar. Isto sem falar da...
E aqui não se trata de lobby para assegurar vantagens sem sentido. Ficaram fora os programas como o Simples, a Zona Franca de Manaus e isenção dos produtos da cesta básica e o financiamento estudantil para alunos do ensino superior. Ou seja, de fomento ao empreendedorismo, à redução das escabrosas desigualdades regionais, de suporte aos programas sociais e amparo aos estudantes de baixa renda que não tem acesso à escola pública de nível superior.
“Os americanos precisavam de borracha para entrar na guerra e o Brasil de entrar no processo mais acelerado de industrialização. Resultado, os EUA pagaram a mobilização dos novos seringueiros, o Brasil ganhou a CSN, Companhia Siderúrgica Nacional e a Amazônia, que forneceu insumo e mão de obra, ficou a ver navios”.