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Mudanças climáticas podem reduzir qualidade nutricional da soja, diz estudo

Mudanças climáticas podem aumentar a produção de soja, mas reduzir proteína e amido, afetando a qualidade nutricional do grão.

Desmatamento na Mata Atlântica recua 40% e atinge menor marca histórica

Desmatamento na Mata Atlântica cai ao menor nível em 40 anos, mas perdas seguem concentradas em cinco estados e ainda pressionam o bioma.

Eleições na Amazônia 2026: O saldo ambiental ambíguo no Amazonas

Wilson Lima deixa saldo ambíguo no Amazonas. Apesar do avanço da bioeconomia, o mandato foi marcado por conflitos socioambientais.

Economia Circular em Ação: a urgência de uma nova consciência regenerativa

O Hub de Economia Circular é muito mais do que uma iniciativa acadêmica, é uma plataforma de convergência entre ciência, inovação e setor produtivo. Seu propósito é dialogar com a indústria, oferecendo alternativas de qualificação profissional e soluções em regeneração, reciclagem e reutilização fabril, conectando os desafios empresariais às oportunidades de sustentabilidade.

Competitividade às cegas: por que o Amazonas cai no ranking mesmo sustentando a economia e a floresta em pé

Corrigir essa miopia é corrigir também a forma como o Brasil enxerga a Amazônia: não como periferia, mas como centro de soluções para a economia, a sociedade e o clima do planeta

Dia do Amazonas e da Amazônia: memória, modernidade e homenagem a Márcio Souza

“Para que se compreenda a questão, um fato deve ficar claro desde já: em 1822 a Amazônia não fazia parte do Brasil. Sequer se...

Carbono é chave: Denis Minev projeta o legado da COP30 para a Amazônia

À frente da missão de articular o setor privado amazônico na COP30, Denis Minev sustenta que a Amazônia deve ser reconhecida como credora do mundo em serviços ambientais. Em entrevista ao Brasil Amazônia Agora, ele explica como transformar carbono em ativo econômico, destravar cadeias bioeconômicas e construir um legado duradouro a partir de Belém.

O que a indústria da floresta tem a dizer para a COP30?

É hora de ampliar esse modelo, de combater sem trégua a economia da depredação e de valorizar a economia da floresta. O Brasil precisa assumir, diante do mundo, que defender a Amazônia é defender o agronegócio sustentável, a segurança energética e a própria soberania nacional.

Os Militares, a Indústria e a Sustentabilidade

Os militares reafirmam a sacralidade da soberania; a indústria quer competitividade; a sociedade clama por oportunidades. A síntese é clara: defender a Amazônia é diversificar o Polo Industrial, ativar a bioeconomia, planejar logística sob medida e romper com a desigualdade histórica.

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