Suframa, ME e MCTI visitam Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais em Campinas

O superintendente da Suframa, Algacir Polsin, visitou o CNPEM acompanhado de representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e do Ministério da Economia.

Dirigentes e equipes técnicas do Ministério da Economia (ME), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) visitaram nesta segunda-feira (30), em Campinas (SP), as instalações do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).

Além de se reunirem, na parte da manhã, com o diretor-geral do CNPEM, Antonio José Roque, os representantes da comitiva do governo federal também visitaram, à tarde, os laboratórios nacionais de Biociências e de Biorrenováveis e conheceram o projeto Sirius – equipamento de grande porte que usa aceleradores de partículas para produzir um tipo especial de luz, chamada luz síncrotron, e que representa a maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no País.

A comitiva foi composta pelo superintendente da Suframa, Algacir Polsin, pelo superintendente adjunto de Planejamento e Desenvolvimento Regional da Autarquia, Manoel Amaral, pela subsecretária de Supervisão e Controle do ME, Luisa Deusdará, pelo diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação do MCTI, José Gustavo Sampaio Gontijo, e foi reforçada, ainda, pelas presenças do general de Brigada José Fernando Iasbech, do gestor do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), Fábio Calderaro, e de equipes técnicas.

A visita ao CNPEM foi a atividade inaugural de uma programação oficial de três dias que a Suframa cumpre em Campinas (SP) e em Piracicaba (SP) com o intuito de fortalecer parcerias institucionais – envolvendo, inclusive, o CBA – e discutir possibilidades de criação de sinergias e integração em áreas sensíveis ao desenvolvimento socioeconômico e sustentável da área de abrangência do modelo Zona Franca de Manaus, com destaque para ações nos segmentos de bioeconomia e Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).

Interação

De acordo com o superintendente da Suframa, Algacir Polsin, a visita ao CNPEM foi bastante satisfatória e evidenciou janelas de oportunidades e possibilidades de interação entre os órgãos que poderão ser exploradas e gerar resultados muito positivos futuramente. “É motivo de orgulho ver uma estrutura com este porte e com essa capacidade tecnológica no nosso País. Da parte da Suframa, estamos integralmente de portas abertas e com total interesse em intensificar parcerias com o CNPEM”, ressaltou Polsin.

O diretor-geral do CNPEM, Antônio José Roque, destacou que as áreas de biociências e biotecnologia estão entre as frentes prioritárias de atuação de laboratórios do Centro e que, por isso, a disposição em aproximar as instituições é mútua. “Também atuamos com um olhar focado na biodiversidade brasileira, então nós teríamos um interesse enorme de fazer parcerias com vocês”, disse Roque.

Fonte: Suframa

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

Manaus, a cidade no coração da floresta que desaprendeu a respirar

Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

Trump já está interferindo na eleição brasileira?

“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

Terra Indígena Apyterewa: desmatamento caiu de 102 km² para 7,5 km² após a retirada de invasores

Terra Indígena Apyterewa reduz o desmatamento após desintrusão, mas ameaças e risco de novas invasões ainda preocupam o povo Parakanã.