“Por fim, é necessário começar a consertar o que está errado, nos bairros, criando espaços com calçadas convidativas, com mais estacionamentos, mas bicicletas e menos carros. Vias de circulação local que possuem duas mãos poderiam renunciar a um dos sentidos para convidar os pedestres e as bicicletas. Fazer um projeto em um bairro com zonas comerciais, como Educandos, Nossa Senhora das Graças, Parque Dez ou São José é uma grande oportunidade.”
O aporte de R$ 300 milhões confirma a capacidade de Manaus para receber empreendimentos de alta complexidade. O passo seguinte é organizar uma política de atração de investimentos que conecte o Polo Industrial à biodiversidade, à pesquisa científica e às economias do interior.